Diu, por Cristina Figueiredo

Depois de uma noite de descanso, acordámos, arranjámo-nos para uma tarde de praia e fomos tomar o pequeno-almoço. O pequeno-almoço, apesar de muito simples, era muito bom. Rumámos, então, para a nossa maratona de igrejas da manhã! Metemo-nos no autocarro com a nossa guia, e com o guia de Diu que nos mostrou ontem o forte. Vimos três igrejas mandadas construir pelos portugueses, todas dentro do mesmo género! Brancas com azul turquesa à volta das portas, das janelas e em mais alguns pormenores. Parecia o Alentejo! Por dentro o altar era de madeira, mas uma madeira mesmo muito escura o que criava um contraste muito engraçado. Das três que visitámos só uma é que ainda é igreja, a primeira, a de S. Paulo. As outras duas tinham sido transformadas, em hospital a de S. Francisco de Assis e em museu a de S. Tomaz. Fomos, ainda, visitar a porta da cidade. Um espetáculo! A porta da cidade é vermelha coral! Que giro! E lá dentro é tudo muito pitoresco. Não vai dar para passear, isso pode ficar para a manhã livre de amanhã!

Depois da visita às igrejas, e à porta da cidade, e antes de nos deixar na praia, o autocarro levou-nos ao Museu das Conchas. O museu ficava numa casinha, no meio de uma estrada, com a porta de entrada toda forrada a conchinhas. Lá dentro só havia conchas! Na parede. No meio da casa em mostradores com lupas! A visita foi rápida, e ainda houve tempo para compras. Aqui, por causa das compras, os Figueiredo iam ficando para trás! O que nos valeu foi o António que, depois do autocarro arrancar, reparou que os manos não estavam!

Chegámos à praia! Antes do mergulho fomos ao restaurante de ontem à noite fazer o nosso pedido. Na praia estava muito vento a areia voava por todo o lado! Fomos mergulhar com a ideia de nos refrescar! Impossível refrescar! A água era sopa! Depois de um mergulho e de um banho, fui para a toalha secar e apanhar sol. Era impossível estar deitado! A areia atingia-nos como farpas. Desisti, pus-me de pé! Entretanto, enquanto uns estavam na água e outros estavam a apanhar sol, apareceram uns indianos a tirar fotografias com o telemóvel. A Leninha pediu, rapidamente, ao Alberto que fosse lá pedir-lhes para não nos tirarem fotografias. Fomos almoçar. Quando voltámos à praia, depois do almoço, tivemos outro episódio com indianos.

A guia quis levar-nos a ver o pôr-do-sol numa outra praia e por isso, ao fim da tarde, fomos de autocarro até à outra ponta de Diu. A praia ficava do outro lado de Diu. Atravessamos uma ponte e percorremos uma estrada paralela à praia. Na praia, misturados com as pessoas, estavam cães, vacas, javalis, cavalos, etc.. Chegámos ao nosso destino, mesmo a tempo de assistir ao tão esperado pôr-do-sol! Na praia, já depois do sol se pôr, uns miúdos indianos colaram-se ao China encantados com o ipad! Ficámos na praia ainda um bocado.

Hoje tivemos o nosso segundo jantar de grupo, desta vez temático! O tema “Branco” foi escolhido pela Leninha, que nos informou logo de manhã! De volta ao hotel para um bom banho, fez-se um burburinho dentro do autocarro. Só tenho t-shirt! Alguém tem uma saia ou uns calções que me empreste? Leninha, tenho mesmo de levar calças brancas, é que só tenho umas beges! Tenho um vestido branco, por isso posso emprestar as minhas calças a quem quiser! O jantar foi servido no jardim à frente do hotel e no fim tivemos direito a uma fotografia de grupo!

Maria Cristina Braancamp de Figueiredo

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